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Corinthians: título merecido contra um rival decadente e sem ideias. Dez pitacos

Em um jogo muito truncado, Hugo Souza fez a diferença defendendo um pênalti em raro momento de ameaça ao seu gol

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Meu nome é Luís Augusto Símon, mas pode chamar de Menon. Sou jornalista há 38 anos e antes eu sonhava em ser jornalista.
Corinthians: título merecido contra um rival decadente e sem ideias. Dez pitacos
Corinthians conseguiu seu 31° título paulista. Reprodução Twitter

1) O Corinthians conquistou seu 31° título paulista com um empate por 0 x 0 em casa, contra o Palmeiras. Na primeira partida, havia vencido fora de casa, por 1 x 0.

2) O último título corintiano foi conquistado em 2019, também pelo Paulista. A conquista corintiana impediu o tetra do Palmeiras, algo que só foi conquistado pelo Paulistano, em 1916/1919.

3) Foi um título merecidíssimo. O Palmeiras pouco ameaçou, mesmo jogando com um a mais por 30 minutos. Hugo Souza fez apenas duas defesas, uma delas no pênalti cobrado por Veiga.

4) O Palmeiras terminou o jogo como três centroavantes -  Vitor Roque, Thalys e Flaco López -, e três pontas - Facundo, Estevão e Felipe Ânderson e nenhuma criatividade. Só bola alta.

5) Abel Ferreira foi expulso uma vez mais, exigindo o segundo amarelo para Facundo Torres, no pênalti em Vitor Roque. Não conhece a regra e dá chilique.

6) Sua falta de controle se espalhou pelo time, que reagiu com pancadaria quando Memphis segurou a bola no final.

7) Não pode passar sem punição o Corinthians. Sua torcida atirou sinalizadores no campo, parando o jogo e ajudando o time a impedir uma reação desesperada e sem organização do Palmeiras.

8) Hugo Souza, claro, foi o melhor em campo. Defendeu o pênalti de Veiga. É o sétimo que defende em 20 que o Corinthians sofreu, desde que ele chegou.

9) Ramón Diaz mostrou que nunca é tarde para aprender. Nos dois jogos imprimiu um ritmo lento e dominou o meio-campo. O contrário do que fez em Avellaneda contra o Racing.

10) O árbitro Matheus Candançan foi muito bem. Deu o segundo amarelo para Torres na hora certa. E não caiu no conto de Vitor Roque, que tentou uns mergulhos, como fez contra o São Paulo.

 

 

 

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