DISPUTA NA DIREITA

Pesquisa no ato de Copacabana revela quem é o preferido para substituir Bolsonaro em 2026

Levantamento foi realizado entre manifestantes presentes na manifestação que pediu anistia aos condenados pelo 8 de Janeiro neste domingo (16)

Ato em Capacabana realizado neste domingo (16)
Ato em Capacabana realizado neste domingo (16)Créditos: Gilberto Costa/Agência Brasil
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Um levantamento realizado entre os participantes do ato bolsonarista realizado neste domingo (16) na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, que pediu a anistia aos condenados pelo 8 de Janeiro, questionou quem seria o nome para substituir Jair Bolsonaro (PL) como presidenciável em 2026. 

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) é citado por 42% dos entrevistados como o nome ideal para concorrer no lugar de Bolsonaro, inelegível em função de duas condenações no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) aparece em segundo lugar, com 21% das menções. Já o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) tem 16%, e seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), conta com 6%.

Os governadores Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, e Ronaldo Caiado (União), de Goiás, foram citados por 2% e 1% dos entrevistados, respectivamente. O cantor Gusttavo Lima não foi mencionado.

No total, 8% disseram que nenhum dos nomes listados seria o melhor candidato, enquanto 3% não souberam ou não quiseram responder.

Ausências no ato

Entre os listados como possíveis candidatos, o governador paulista estava presente na manifestação, diferentemente de Michelle, que justificou a ausência dizendo ter passado por uma cirurgia, com necessidade de ficar em repouso.

Zema não esteve na manifestação, assim como Caiado, que tem se distanciado de Bolsonaro desde o ano passado. Além de Tarcísio, os outros governadores presentes foram Cláudio Castro (PL), do Rio de Janeiro; Jorginho Mello (PL), de Santa Catarina, e Mauro Mendes (União), do Mato Grosso.

A pesquisa foi realizada durante o ato pelo Monitor do Debate Político do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) e a ONG More in Common. Foram ouvidos 495 entrevistados entre 9h30m e 13h do domingo em toda a faixa da Praia de Copacabana. A margem de erro é de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

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