Volodymyr Zelensky, o gaiato que resolveu emparedar a Rússia sem ter qualquer condição militar para isso, e que acabou contratando uma guerra devastadora para seu povo, há muito tempo é um bajulador da União Europeia e dos EUA, em quem confiou desde o início do conflito, acreditando que receberia “socorro” para encarar Putin. Agora, com o retorno de Donald Trump à Casa Branca, o farsesco “líder” ucraniano demonstra ao mundo que seu servilismo às potências ocidentais está mais forte do que nunca, ainda que siga de chapéu na mão pedindo esmolas e implorando por ajuda com tropas.
Ao participar do Fórum Econômico de Davos nesta quarta-feira (22), na Suíça, Zelensky comentou, por óbvio, sobre suas expectativas em relação à guerra. Entretanto, sua fala venenosa, mesmo com tantos problemas para resolver, foi para atacar, menosprezar e desdenhar do presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva. O mandatário ucraniano explanava sobre um possível acordo de paz para os próximos meses, adulando Trump, que já o tratou com desprezo aberto, e se desfazendo de Lula.
Te podría interesar
“Hoje eu acho que o trem do Brasil, para ser sincero, passou. Falei com Lula, nos encontramos e pedi que ele fosse um parceiro para acabar com a guerra, etc. Agora ele não é mais um 'player'. Ele também não será um 'player' para Trump”, disse.
Sim, Zelensky classificou Lula como alguém sem relevância no cenário geopolítico, logo ele, um pífio comediante alçado ao poder em Kiev e que desde a assunção à presidência da Ucrânia, metido numa guerra, é feito de bobo pelos líderes europeus que o instigam a atacar a superpotência vizinha enquanto bombas caem apenas sobre sua cabeça.
Te podría interesar
Lula e a diplomacia brasileira tiveram e têm papel importante na busca pela paz no primeiro conflito de larga escala ocorrido na Europa desde o fim da 2ª Guerra Mundial. Desde o início do processo de mediação do Brasil, com a chegada do petista outra vez ao Palácio do Planalto, o grande problema tem sido a insistência de Zelensky para que o estadista sul-americano defenda plenamente a Ucrânia, sem considerar a complexidade dessa peleja que envolve múltiplos fatores. Sem conseguir dobrar Lula, sobrou para Zelensky tentar diminuí-lo em encontros internacionais.