Rede Butantã divulga Carta Manifesto exigindo mais leitos no HU já

Segundo a entidade, as condições precárias da saúde pública naquela região da capital paulista vêm se acentuando.

Foto: Pronto Socorro Municipal Dr. Caetano Virgílio Neto, Butantã (Redes sociais)
Foto: Pronto Socorro Municipal Dr. Caetano Virgílio Neto, Butantã (Redes sociais)
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A Rede Butantã de Entidades e Forças Sociais, movimento que atua há mais de 20 anos na região da Subprefeitura do Butantã, em São Paulo, distribuiu uma Carta Manifesto, hoje (19), intitulada "Socorro ao Butantã: A VIDA NÃO PODE ESPERAR. Abertura de leitos no HU já", clamando às autoridades públicas de todas as esferas por maior infraestrutura em Saúde naquela área da capital paulista.

De acordo com a entidade, nas últimas reuniões com a sociedade, “escancarou-se a situação crítica que está se agravando nas áreas mais vulneráveis da Subprefeitura, em especial no Distrito Raposo Tavares, foco de grandes empreendimentos habitacionais, que vive uma sobrecarga sem precedentes sobre a estrutura de atendimento à Saúde”

Entre os motivos listados no documento estão o forte adensamento demográfico no entorno da rodovia Raposo Tavares, a falta de capacidade no atendimento psicossocial naquela região, que tem registrado aumento nos casos de suicídio, a lotação das unidades de Saúde que ficam no perímetro da Subprefeitura e o número de servidores da área que estão se aposentando ou se afastando em razão da pandemia da Covid-19, além da falta crônica de leitos de internação.

Para ler o documento na íntegra acesse o link direto do site da Rede Butantã aqui.

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