TENTATIVA DE GOLPE

PF não descarta operações contra militares golpistas ainda este ano ou no início de 2025

Polícia Federal avança nas investigações sobre a tentativa de golpe de 8 de janeiro e pode realizar novas operações já na primeira semana do próximo ano

Créditos: Marcelo Camargo/Agência Brasil
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As investigações da Polícia Federal (PF) sobre a tentativa de golpe frustrada de 8 de janeiro seguem em ritmo acelerado, sem interrupções, mesmo durante finais de semana ou feriados. Após as recentes operações que resultaram na prisão de diversos militares e na apreensão de celulares e materiais relevantes, a expectativa é de que as apurações avancem ainda mais nas próximas semanas. Fontes apontam que não é descartada a possibilidade de novas operações ainda este ano e até mesmo que operações possam deflagradas já nos primeiros dias de 2025.

Há uma expectativa de que o material apreendido, especialmente os celulares dos envolvidos, pode fornecer informações cruciais para aprofundar as investigações sobre a participação de militares na trama golpista revelando um planejamento mais amplo e articulado, envolvendo diferentes patentes e setores das forças armadas.

As recentes ações da PF destacam o comprometimento das autoridades em desvendar o papel de figuras-chave no esquema que tentou subverter a ordem democrática. Embora o sigilo sobre o andamento das apurações seja mantido, fontes indicam que novas buscas e apreensões podem ser realizadas para consolidar as provas e identificar outros envolvidos.

Além disso, os bastidores da investigação sugerem que o impacto das operações na estrutura militar tem gerado um ambiente de tensão e vigilância. A PF reforça sua atuação independente, assegurando que nenhum dos envolvidos ficará isento de responsabilização.

As operações mais recentes, combinadas com as evidências já em análise, indicam que 2025 pode começar com novos desdobramentos que trarão à tona mais detalhes sobre o envolvimento de militares na intentona golpista. A atuação contínua e estratégica da PF permanece como um pilar essencial na defesa da democracia e no combate às ameaças contra o Estado de Direito.

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